É sempre bom conversar com amigos em mesa de bar.Na última sexta(05)por acaso encontrei Dyl Pires no Reviver depois de eu ter tomado uma coca-cola super gelada; fomos até o Teatro Arthur Azevedo e depois seguimos até um bar em frente o teatro.Começamos a falar do processo de Baal que estamos tendo em sala de aula.Lá falamos de Baal.Esse personagem é fabuloso.Baal é de um caráter anti-social, fora dos parâmetros da sociedade, Baal está além desse mundo restrito que nós vivemos e que em nosso profundo interior gostaríamos de infrigir.Existe um animal dentro de todo ser humano que vive saltando e nos devorando por dentro e que em determinados momentos de nossa vida deixamos escapar, nesse momento somos reprimidos, reprovados pelo meio em que vivemos."O homem é um homem". Eu acho que o grande barato de ser homem é que somos humanos e os humanos estão sempre imersos no erro e no posterior acerto.Existe um animal dentro de nós, um instinto HUMANO que não podemos escapar e muito menos refreiar.Depois de muito papo Dyl acabou soltando uma coisa que toda vez que escuto me dá mais vontado, mais paixão e mais amor(amor talvés não. Porque segundo o filme "Romance",fenomenal, o amor só dura três anos e eu já estou há nove no teatro):O teatro tem capacidade de nos transformar em tudo, podemos ser tudo e depois voltarmos a essa vida monótona que vivemos.O ator é o sujeito mais presunçoso que existe; se dispõe a ser tudo.
Brecht diz através de Baal coisas que toda vez que leio é uma descoberta e reflito muito sobre muitas coisas;coisas que valem e outras que não valem a pena!!!
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